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POTÁSSIO: Projeto da Kalium opera em novembro

Em novembro de 2018 a Kalium Mineração deverá inaugurar o primeiro projeto no Brasil para aproveitamento de Glauconita (um mineral também conhecido como Verdete, devido a sua cor esverdeada), que tem bom teor de potássio.

Localizado no município de Dores do Indaiá (MG), o empreendimento está demandando investimentos de R$ 45 milhões — dos quais 75% financiados pelo BNDES (via BDMG) e Finep — e vai produzir, quando em operação, 6.990 t/ano de alumina, 7.580 t/ano de sulfato de potássio, 9.900 t/ano de sulfato de magnésio hepta, 3.825 t/ano de óxido de ferro, 31.800 t/ano de feldspato e 50 mil t/ano de ácido sulfúrico.

Além de ser pioneiro no aproveitamento do Verdete, o projeto da Kalium tem geração zero de rejeitos, já que todo o minério que entra no processo se transforma em produtos, segundo o diretor-presidente da empresa, Ricardo Dequech.

Para alimentação do complexo a empresa vai lavrar uma jazida de Glauconita localizada nos municípios de Quartel Geral e Serra da Saudade, com reservas totais de 218 milhões de toneladas de minério com teor médio de 10,6% de K2O (óxido de potássio), 16% de Al2O3 (óxido de alumínio), 7% de Fe2O3 (óxido de ferro), 3% de MgO (óxido de magnésio) e 58% de SiO2 (óxido de silício ou sílica). Mas a mina estará localizada em Quartel Geral, distante 45 km de Dores do Indaiá por estrada não pavimentada.

A empresa decidiu incluir no empreendimento uma fábrica de ácido sulfúrico, que aproveitará os gases gerados no processo, evitando o lançamento de emissões para a atmosfera e possibilitando a geração de mais um produto no processo.

De acordo Dequech, a implantação da fábrica está dentro do cronograma, com obras civis adiantadas e todos os equipamentos prontos para montagem.

Para comercialização de seus produtos, a empresa está acertando parcerias no mercado, preferencialmente com empresas que já são consumidoras ou fornecedoras para o mercado.

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